| |

Argentina x Suíça pela Copa do Mundo 2026: horário, onde assistir, escalações e o que esperar

Messi durante partida da Argentina contra a Suíça pelas quartas de final da Copa do Mundo 2026.

Messi busca mais uma semifinal em duelo com sabor de revanche

Neste sábado (11), a Argentina entra em campo com um objetivo claro: seguir viva na briga pelo bicampeonato mundial. A equipe de Lionel Scaloni enfrenta a Suíça às 22h (horário de Brasília), no Arrowhead Stadium, em Kansas City, em partida válida pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2026. Quem vencer garante lugar entre os quatro melhores do torneio. A CazéTV transmite o confronto ao vivo, com acesso gratuito também pelo Disney+.

Aos 39 anos, Lionel Messi segue como o grande símbolo da seleção albiceleste. Dono de números impressionantes nesta edição do Mundial, ele já se tornou o maior artilheiro da história das Copas, superando a marca do alemão Miroslav Klose e dividindo a artilharia da atual competição com o francês Kylian Mbappé.

Argentina x Suíça: um reencontro de doze anos

Messi enfrenta a marcação suíça em duelo entre Argentina e Suíça.

O jogo desta noite não é o primeiro capítulo dessa rivalidade. Em 2014, no Brasil, as duas seleções protagonizaram um duelo tenso nas oitavas de final, decidido apenas na prorrogação. Naquela ocasião, Ángel Di María marcou o gol que classificou os argentinos, após assistência do próprio Messi. Doze anos depois, alguns nomes daquele confronto seguem em campo — casos do volante suíço Granit Xhaka e do lateral Ricardo Rodríguez, que voltam a cruzar o caminho do camisa 10 argentino.

Antes disso, em 1966, as seleções também haviam se enfrentado, com vitória argentina por 2 a 0 ainda na fase de grupos. Ou seja, o histórico entre as equipes é curto, mas carregado de momentos decisivos.

A campanha até aqui: virada histórica de um lado, disciplina do outro

Jogadores da Argentina comemoram classificação às quartas de final da Copa do Mundo 2026.

A trajetória da Argentina nesta Copa reforça a fama de time que não desiste. Nas oitavas, contra o Egito, a equipe estava perdendo por 2 a 0 e buscou a virada com três gols marcados em apenas 13 minutos, garantidos por Cristian Romero, pelo próprio Messi e por Enzo Fernández — uma das reviravoltas mais lembradas do torneio até aqui.

Já a Suíça trilhou um caminho mais discreto, mas igualmente sólido. Depois de liderar seu grupo na fase inicial, eliminou a Argélia e avançou diante da Colômbia após um jogo truncado, decidido nos pênaltis. A equipe de Murat Yakin chega às quartas pela primeira vez em 72 anos e sonha em superar campanhas históricas do país, como as de 1934, 1938 e 1954.

Um desfalque pesa para os europeus: o jovem meia Johan Manzambi, recém-contratado pelo Newcastle e um dos destaques da equipe, está fora por lesão no joelho. Mesmo assim, Yakin garante que sua equipe tem “soluções” para conter Messi e chegou a declarar que a Argentina “não é invencível”.

Escalações prováveis para a decisão de vaga

Do lado argentino, Scaloni deve manter a base que vem funcionando bem, com Emiliano Martínez no gol; Nahuel Molina, Cristian Romero, Lisandro Martínez e Nicolás Tagliafico na defesa; Leandro Paredes, Enzo Fernández, Rodrigo De Paul, Alexis Mac Allister e Messi no meio-campo; e Julián Álvarez no ataque — ainda que a disputa com Lautaro Martínez permaneça em aberto até a última hora.

Pela Suíça, a expectativa é de manutenção da espinha dorsal: Gregor Kobel; Ricardo Rodríguez, Nico Elvedi, Manuel Akanji e Denis Zakaria; Granit Xhaka, Remo Freuler, Ardon Jashari, Fabian Rieder e Dan Ndoye; Breel Embolo centralizando o ataque.

Vista do Arrowhead Stadium antes do confronto entre Argentina e Suíça.

O que está em jogo além da vaga

Mais do que uma classificação, a partida de Kansas City coloca frente a frente duas formas distintas de se chegar às quartas de final: a irreverência argentina, construída em cima de talento individual e resiliência, contra a organização suíça, que aposta em disciplina tática para surpreender uma potência.

Se depender do retrospecto recente, Messi segue como a peça capaz de decidir sozinho um jogo truncado — como já fez contra o Egito. Mas a Suíça chega mostrando que sabe explorar brechas contra adversários favoritos, e a ausência de Manzambi não parece ter abalado a confiança do grupo comandado por Yakin.

Às 22h, o Arrowhead Stadium recebe um duelo que promete reeditar a tensão de 2014 — só que desta vez, com a taça de campeã mundial em jogo para os argentinos e a chance de fazer história para os suíços. Um vencerá, e o outro verá o sonho do Mundial terminar nas quartas de final.

Posts Similares

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *